terça-feira, dezembro 30, 2003

Late Night Citations (2)

As pessoas crescidas têm sempre necessidade de explicações... Nunca compreendem nada sozinhas e é fatigante para as crianças estarem sempre a dar explicações

Autor: Saint-Exupéry, Antoine de

Pardelhas by Night


(foto por "Alves Moutela")



(foto por "Alves Moutela")



(foto por "Alves Moutela")

(Lighthouse - Siegfried B.)



Neste fim de ano, apetece parar num promontório para se ter uma melhor ideia do caminho percorrido e para visulmbrar o que ainda falta andar.

De Canis

"We patronize them for their incompleteness, for their tragic fate of having taken form so far below ourselves. And therein we err, and greatly err. For the animal shall not be measured by man. In a world older and more complete than ours they move finished and complete, gifted with extensions of the senses we have lost or never attained, living by voices we shall never hear. They are not brethren, they are not underlings; they are other nations, caught with ourselves in the net of life and time, fellow prisoners of the splendour and travail of the earth."

Henry Beston, circa 1925

segunda-feira, dezembro 29, 2003

Taizé

De 29 de Dezembro de 2003 a 2 de Janeiro de 2004

O próximo Encontro Europeu de Jovens animado pela comunidade de Taizé terá lugar em Hamburgo, no norte da Alemanha, no final deste ano, de 29 de Dezembro a 2 de Janeiro.
A notícia foi anunciada quando milhares de jovens se sucediam em Taizé para as festas pascais. Seguindo-se ao Encontro de Paris, o Encontro Europeu de Hamburgo será uma nova etapa da «peregrinação de confiança na terra», que a comunidade de Taizé anima há mais de vinte e cinco anos.
A comunidade recebeu um convite comum das Igrejas Católica e Protestante de Hamburgo para preparar este encontro na sua cidade. No dia 15 de Abril, os responsáveis das igrejas, juntamente com o Presidente da Câmara, exprimiram a sua alegria por acolher este encontro: «Estamos muito contentes de acolher este grande encontro na nossa cidade. Para além de todas as diferenças, os jovens virão aqui para celebrar a fé que nos une, a nós e a eles. Eles têm presentes as questões urgentes relativas a um futuro mais humano. E nas suas vidas quotidianas, eles procuram dar passos em direcção à justiça e à paz. O Encontro Europeu é um sinal de esperança e de estímulo num mundo dilacerado. Alegramo-nos muito de convidar, a partir de hoje, todas as pessoas de Hamburgo a acolher calorosamente os jovens.»

Late Night Citations (1)

Cada um de nós é uma lua e tem um lado escuro que nunca mostra a ninguém
Autor: Twain, Mark

Cada alma é por si só uma sociedade secreta
Autor: Jouhandeau, Marcel


Estes pensamentos devem atormentar o Rui Teixeira todos os dias... e devem perseguir tantos outros todas as noites.

Nada como as agulhas!

Os americanos descobrem novas formas de ocupar os mais novos...
G'anda ideia! Por cá, vamos numa de arraiolos! Será uma boa forma de reforçar os orçamentos das escolas.. :-)

terça-feira, dezembro 23, 2003

Natal

Estamos em tempo de Natal... até na Murtosa, vejam lá...
No centro da vila, Pardelhas, há iluminações de Natal e uns candeeiros "antigos" que foram semeados pela praça e pelas ruas adjacentes.
Horríveis... de mau gosto... sem qualidade... fiel imagem de quem está na Câmara...
Não temos qualquer sistema de apoio às crianças das escolas... não temos qualquer tipo de acção social nesta terra tão carenciada... mas temos candeeiros "novos" a imitar os antigos... nada mau.

De qualquer forma, feliz Natal!

terça-feira, outubro 28, 2003

Pestanas

Estarei equivocado, ou será que a Catalina tem uma grande preocupação em estar sempre em cima do acontecimento?
Sempre que pode, mesmo sem grande motivo, ei-la hiperactiva e a atirar em várias direcções... estará ansiosa para ir à sua vida?
Não percebi a ideia da conferência de imprensa, às 20:00, estilo Califórnia, para entrar em todas as casas, dando o jeito aos telejornais... nada tendo dito... será o efeito do dia seguinte a "Sampaio"?

Pelo menos uma coisa anda a ficar muito clara: anda toda a gente a passar recados à justiça: uns pedem que não ande tanto, outros tentam empurrá-la de qualquer forma e feitio... o melhor será a justiça tirar a venda dos olhos e olhar à volta antes que caia.

segunda-feira, setembro 22, 2003

Pachec-sic

Foi gratificante ver um homem quase todo cão, como eu, a discorrer sobre questões blogueiras. Grande Pacheco (era a Hermínia Silva que gritava qualquer coisa semelhante...).
Creio que o ciberdeputado do outro partido deve andar com dores de alma ao ver o Pacheco de ecrã em riste a ilustrar o seu discurso. Coisas que nem o Marcelo conseguirá tão cedo.
Um novo estilo de homo-politicus.
Mas... coisa inaudita: ganhar umas massas com base em blogs do domínio público cheira-me a coisa estranha... ou será impressão apenas minha? Deve ser. De certeza que cai no domínio do direito de autor, pelo que o fisco não lhe pode pegar.
Pelo menos teve uma virtude: os textos do MM foram apagados.
Força, Pacheco!

Propinantibus

Sim... já sei que não sou a melhor pessoa para opinar sobre propinas... andei pela Católica em duas cidades diferentes, mas em qualquer delas tive que pagar o que a Santa Madre definiu como custo de estudo.
Mas, carambas, revolta-me esta coisa das propinas. E revolta-me há mais de uma década, desde que uns tipos mostraram o rabo ao ministro da tutela da altura (e de péssima memória, diga-se).
Algumas vezes tenho que me deslocar a universidades deste país e não consigo estacionar a carripana em sítio algum. Os estacionamentos estão cheios de carros - melhores e mais novos que o meu.
Os bares e pubs das cidades vivem à custa dos estudantes universitários.
As discotecas da moda estão cheios de beautifull people e de... estudantes universitários.
A indústria tabaqueira alimenta-se de uma boa fracção dos estudantes universitários.
As festas das Queimas consomem centenas de litros de cerveja e de shots... pagos pelos estudantes universitários.
Mas, quando se apresentam contas para sustento da universidade, das duas uma:
1. Ou adoptamos o esquema do Jardim - vocês pagam e a gente goza;
2. Ou fazemos greve às aulas e atravancamos as cidades com manifestações (alimentadas a bejeca, claro...).
Que se passa neste país?
Anda metade a descontar e a sofrer e a adiar para outra metade gozar, fugir, concretizar.
E, o mais certo é, à semelhança do Jardim, os reitores e os estudantes ganharem a aposta... (um ministro em situação de Ex sempre gosta de ter ao seu lado os reitores - dá mais facilidades académicas para si e para os seus...)... digo eu.

sexta-feira, setembro 12, 2003

... ?

Voltamos a arder.
Estranha militância esta, a dos ardentes.

Do Arsélio

No meu tempo não se queria ser militar. Eu que o diga. Tentei ser marinheiro e fui impedido por falta de alguns quilos e alguns centímetros. Ainda me lembro da figura que fazia, pequenito nú, no meio daqueles matulões. Nunca passei além da inspecção por médicos atentos que tiveram a honradez de me informar sobre o sofrimento que resultaria da minha teimosia em aparecer no Alfeite com uma farda tão pequena. E não aceitaram a minha teimosia.
O contrário aconteceu quando me apresentei na inspecção para o serviço militar obrigatório. Não hesitaram um momento em considerar-me apto para todo o serviço militar qualquer que fosse a farda escolhida. Aqui não escolhia farda. Era obrigado ao fardo. Como militar, militei.

E, ao longo da vida, não deixei de militar por uma ou outra causa. Frequentemente tentava juntar-me a outros que via a militar pelas mesmas causas. E fui ganhando o vício de acompanhar os meus amigos nas suas viagens pelos partidos e organizações. Ou pelas escolas. Ou pelas terras. Fui andando ao lado dos meus amigos e estes eram dos que tinham causas e não tinham poder.

A favor de que causas Manuel Arcêncio é militante? Se outras não adivinhássemos, temos a Murtosa como causa.


AM

segunda-feira, setembro 01, 2003

Tempo de militância

Não. Nunca fui militante de coisa alguma. Tentei militar nas forças armadas mas, por 4 vergonhosos e sistemáticos anos da minha vida, fui despachado da secretaria da Escola Prática de Cavalaria de Santarém com um carimbo de "Adiamento Concedido. Erro de Incorporação", meticulosamente carimbado e assinado por um ajudante de sargento que teria tido todo o prazer em me fazer a vida negra naquela unidade militar.
Falhei a militância do 25 de Abril, pois era muito novo para andar a desfilar pelas ruas a favor ou contra fosse o que fosse. Assisti impávido e sereno à queima de sedes de esquerdas e de direitas. Fui arrastado de sala em sala para esticar o braço de acordo com os mais velhos que convocavam hora a hora várias RGA's contra os professores reaccionários.
Falhei a militância na juventude, pois foi uma altura muito complicada da minha vida e não deu jeito nenhum andar nessas andanças.
Falhei a militância na idade adulta, pois nunca percebi o que era ser militante e segui a máxima de que burro velho não aprende truques novos.
Por isso, fico roído de inveja quando vejo tantos militantes em Portugal. Devem ser bem mais felizes que eu, Têm um objectivo supra pessoal. O meu egoísmo é incomensuravelmente maior que o deles que andam dia e noite a trabalhar em prole do povo anónimo. Vejo-os a correr de um lado para o outro, jovens, frescos, com gel no cabelo, fato de bom corte, gravata igual à do líder, sapatos brilhantes e afirmantes nas passadas do dono.
Eu arrumo-me para não ser abalroado por estes jovens militantes. O meu burguesismo saloio deve ficar escondido perante tanta luz social que brilha em redor deles.
Ouço-os a discutir avidamente os assuntos do dia enquanto tomam o café da manhã e a anotar apontamentos rápidos nas suas agendas impecáveis. Andam em pequenos grupos e falam sempre para telemóveis, raramente entre si. Dão frequentes entrevistas a jornais de renome e dizem sempre que não militam por razões pessoais mas pelo bem da nação portuguesa. Dizem-se sem dinheiro, mas gostam de coleccionar objectos de cultura e têm casas em sítios ecologicamente correctos. Adoram Portugal, mas não conseguem passar sem algumas idas ao estrangeiro; porém, o Verão é sempre passado perto do líder.
Lembram-me os catecúmenos primitivos:detêm a verdade e querem-na transmitir a todos sem tardança. Não temem a morte. Temem apenas o desagrado do líder.
Vejo-os partir nos seus carros novos de dois lugares, com pastas amontoadas no banco ao lado e a mala repleta de materiais de campanha. Vão preparar mais um espaço para a chegada do líder e vão galvanizar os íncolas para que o líder se sinta acolhido e feliz e para que Portugal, urbi et orbi, saiba que o líder é o melhor para o nosso futuro.
À noite, egoisticamente refastelado no meu sofá, volto a vê-los em todas as TV's a dar explicações e a tecer comentários sobre o momento que se vive. Revejo-os nos palcos, ao lado do líder, a sorrir candidamente para o povo que se amontoa em frente ao palco e a dar discretas ordens aos outros militantes.
A sua pujança é garantia de um Portugal mais forte e empreendedor. Com estas promessas de gente nova e diferente não haverá crise que nos derrote.
Sinto-me triste, pois falhei a militância. Suspiro. Levanto a minha nocturna chávena de chá fumegante, levo-a aos lábios e penso como seria a minha vida se eu tivesse conseguido ser militante...

sábado, agosto 23, 2003

Remedios Varo


(Exploracion de las fuentes del rio Orinoco)


Born in 1908, Anglés Cataluña Spain. Died 1963, Mexico City, Remedios Varo is probably one least known of the great Surrealist painters, even though she is rumored to have taken classes together with Salvado Dalí. Her presentation of dreams, imagery and symbolism has a unique style all its own, entriely fanatastic, yet still full of subtle wit and enigma.
In 1942 she moved to Mexico City with her husband, Benjamin Péret, to escape the nazi occupation of France. It was in Mexico that she painted many of her finest works.


quinta-feira, agosto 21, 2003

A última moda?

http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/articles/A23200-2003Aug20.html

Flash Mobs... uma nova forma de clandestinidade juvenil entre os norte-americanos, mas que se vem espalhando por muitos outros países.

Não deixa de ser interessante a atracção juvenil pela clandestinidade.
A notícia do Washington Post refere que a maioria destes jovens é gente respeitável e com profissões bem remuneradas e socialmente bem vista.
Os jovens afirmam ter necessidade de exprimir a sua revolta pelo mundo fragmentado em que vivem.

http://www.flocksmart.com/
É outro local de encontro mundial dos flash mobbers...

Nonsense?
Ou jovens com muito senso?

quarta-feira, agosto 20, 2003

Alberto Caeiro

É talvez o último dia da minha vida.
Saudei o sol, levantando a mão direita,
Mas não o saudei, dizendo-lhe adeus.
Fiz sinal de gostar de o ver antes: mais nada.

Ainda mais breve

O mundo é mágico e nós não passamos de uma alquimia nas mãos de um deus estranho.

quarta-feira, julho 30, 2003

RMG's e JPP's

Anda o nosso Pacheco a teorizar contra o RMG, denunciando-lhe os defeitos e mostrando conhecer a fundo a problemática da necessidade "legal" em Portugal. Fiquei preocupado com os textos dele. Conheço alguns casos gritantes de pobreza envergonhada que, mesmo com RMG, não conseguem libertar-se.
O RMG, tendo nascido com boas intenções e com bons exemplos de outros países com problemas semelhantes, viveu dias de aflição, tal como a noção de Jovem Agricultor ou a de Jovem Empresário de Elevado Potencial que tanto deram que falar e ganhar.
Não consigo evitar um sorriso triste ao ler textos de quem tem a barriga bem cheia e apertada em fatos de bom corte. É fácil. Conveniente, até. Em vez de criar programas para serem geridos por burocratas, seria preferível colocar técnicos no terreno, lançar mão das IPSS's, recolher informações junto das autarquias e depois aplicar RMG em situações verdadeiramente justificadas por Vox Populi e não por declarações de IRS ou de atestados da Segurança Social...
Mas isso será um dia, quando os pobres voltarem a andar de porta em porta a rezar por uma esmola como nos idos da ditadura em que não havia pobres.
A história é cíclica e repete-se. Lamentavelmente.

domingo, julho 27, 2003

Entre Maias e Moliço

Herdámos do mar salgado
A revolta e a coragem.
Nosso destino é um fado
O mund' inteiro a bagagem.

Sob a aurora boreal,
De nós próprios timoneiros
S.Telmo, em fogo irreal,
Nos lugres bacalhoeiros.

Connosco partiu o chão
Numa canastra a saudade.
Fomos em busca de pão
Fatiado em liberdade.

Achámos fartura e míngua
Provámos vinagre e mel,
Traduzindo a nossa língua
Nas milhentas de Babel.

É a Ria e o arado
Quem nos sustenta o feitiço
Murtoseiro, foi criado
Entre Maias e Moliço.

cit. inédito --> Maria da Ascensão Rodrigues

A Murtosa... sempre a Murtosa

Olhai e vede a casa onde vos encontrais.
Por aqui passaram tantas e tantas pessoas como nós.
Estas paredes ainda lembram os aplausos, os risos e as lágrimas dessas pessoas.
Sempre a Murtosa.

Ouvi em silêncio respeitoso e
ainda escutareis as palavras de tantas pessoas que pisaram este palco.
Palavras de ordem.
Palavras de esperança.
Palavras de desânimo.
Palavras solenes.
Palavras atrapalhadas...
Mas... sempre a Murtosa nessas palavras.

Fechai os olhos e recuai no tempo.
Senti o perfume da vossa infância.
Revejam o que de melhor a Murtosa vos deu.
Sempre a Murtosa na vossa vida.

O tempo muda as pessoas.
Envelhecem as paredes.
As cadeiras ganham ferrugem.
As memórias ocupam o lugar das pessoas.
A Ria perdeu a glória do passado.
Os seus escravos partiram em busca de melhor vida.
Mas a Murtosa ficou aqui. Sempre.

Os barcos moliceiros partiram tristes
com os seus arrais de boné puxado sobre os olhos marejados de lágrimas.
De vara encostada ao peito,
os pés a correr pelos bordos do barco, da proa à ré,
partiram e não voltaram.
Deixaram o cais sem olhar para trás.
Mas a Murtosa ficou aqui.
Sempre à espera do regresso.

Vejam!
Ouçam!
Sintam!

É esta a Murtosa que vos mostramos.
Aquela que espera pelos filhos que partiram.
Aquela que rejubila com a lembrança do passado.
Aquela que abre os braços aos jovens que vê surgir.
Aquela que em cada dia renasce mais forte.
Sempre a Murtosa.
Sempre a NOSSA Murtosa!


sábado, julho 26, 2003

Weekend Eyes

Sometimes it's through someone else's eyes that we see our own possibilities, but it's only through our own that we can realise them.

quarta-feira, julho 23, 2003

Gatos com garra

Achei imensa piada ao Gato Fedorento... força pessoal! Mostrem que por cá também há garra nas teclas... mesmo que arranhem os caracteres todos.

MINISTRO GAMEBOY

Andei a espreitar os blogues dos outros, como qualquer português que se preze... e fiquei espantado com tanto texto que por cá anda.
Espantado, porque todos os dias nos dizem que já ninguém escreve e que quando o faz é da pior e mais errática maneira e que não há quem leia... mas os contadores das páginas vão acumulando números.
Disse o nosso ministro “justinho” da educação nacional que os jovens só usam os telemóveis e os game-boys... só se forem apenas os filhos dele – a bem da nação -, e os filhos dos amigos dele... claro que os putos usam esses meios, já que são os mais fáceis e mais baratos de meter no bolso. Não estou a ver um puto do 10º ano a sacar do portátil no recreio para ver o email durante o intervalo das aulas... ou será que o homem acha isso normal?
Sei lá...
Seja como for, fiquei positivamente espantado com tanto texto pela Internet. E, a maior parte dele, com qualidade.
Vivam os blogues!

segunda-feira, julho 21, 2003

Um texto sem interesse pode transformar-se em algo mais misterioso, ou nem por isso, ou por isso mesmo e absolutamente.
Acabei de ler "Uma cana de pesca para o meu avô". Gostei, mas achei que a beleza do texto está muito escondida no ritmo e sons da língua original. Do madarim para a lusa língua, a sonoridade musical do primeiro perde-se nas entrelinhas da tradução.
Ficou a ideia, o tema, o suor do autor. Ter-se-á perdido o perfume do ambiente e as lágrimas do tempo em que foi escrito.
Foi bom.
Alví­ssaras, senhores!
Eis a Murtosa, uma pequena terriola da costa moliceira, presente nos Blogs!
Teremos um lugar para chatear o povo do resto da costa menos moliceira?
Veremos...