Diz o senhor que a Eurpoa deve usar métodos não convencionais
para tratar da problemática do déficit. Defende que seria apenas uma medida
simbólica, mas com um forte poder de dissuasão.
Este senhor alemão deve ter como livro de mesa de cabeceira o
“Mein Kampf” do seu compatriota. Também Hitler defendeu métodos não
convencionais para tratar da questão Judaica. Os campos do extermínio alemão
eram simbólicos e apenas dissuasores.
Os Islandeses já perceberam esta táctica alemã de fazer ressurgir
os sonhos do Kaiser e de Hitler, desta vez sem sangue nem armas, apenas juros.
Tal como nos idos da II Guerra, os nórdicos estão a travar a
passada alemã e os países do sul vão cantando e rindo para as "câmaras de gás" alemãs. Só que os campos de concentração, agora são mais vastos e nem precisam
de paredes: bastam apenas três troikos louros e altivos para guardar um país
inteiro e deixá-lo de joelhos.
Juros de algo que ignoramos e que se multiplicam todos os
dias, várias vezes ao dia e que não cessaremos de pagar jamais. Os depedimentos,
a fome, os roubos, a violência, os suicídios são tudo coisas naturais e
aceitáveis... num campo de concentração.

